As Novidades de um mundo sempre igual.

26th
AUG

Candomblé e seus Orixás

Posted by admin under Folclore e outros

Orixas

Oxalá:

É o maior santo dos terreiros da Bahia. Identificado com o Senhor do Bonfim que também tem a maior devoção católica da Bahia. É o pai de todos os orixás. Mora na igreja do Bonfim. Está ligado aos rituais de purificação. come: cabra, pombo, milho branco. veste-se: branco (é a pureza). seu dia: é sexta- feira.

Egun:

É o espírito dos mortos que desce nos candomblés.
Acreditam que os mortos aparecem para dançar e comer, respondendo assim as invocações que lhes forem feitas.
Existem alguns candomblés especialmente dedicados ao culto dos mortos, que são de difícil acesso as pessoas não iniciadas.

Nanã:

É o orixá mais velho das águas, das chuvas.
suas cores: azul e branco.
seu dia votivo: quarta-feira (terça em Alagoas).
outro nome: Anamburucu
seu fetiche: a pedra marinha.
sua festa: no dia 26 de julho.
corresponde a: Nossa Senhora Sant’Ana,
avó de Jesus.

Iemanjá:

É a senhora das águas salgadas, a esposa de Oxalá, mãe de todos os orixás. Também Conhecida por Rainha do Mar,Princesa de Aiocá, Janaína, Inaê, Oloxum.
sua festa: é dia 2 de fevereiro.
suas cores: são azul e branco.
seu dia: sábado.
gosta de comer: cabra e milho branco.
corresponde: a Nossa Senhora da Conceição.

Exú:

As festas dos candomblés são precedidas pelas homenagens prestadas a este orixá, que alguns pensam ser demoníaco. Exu é um mensageiro. Para que não atrapalhe, para que tudo corra bem, fazem um “despacho de Exu”, antes das cerimônias e trabalhos.
gosta de comer: pipoca, farinha com azeite de dendê (farofa amarela).
suas cores são: vermelho e preto.
seu dia: segunda-feira, quando ele é homenageado, para que todos os outros dias da semana sejam bons.
Seus despachos são colocados nas encruzilhadas.

 

Obá:

É uma figura rara nos candomblés da Bahia, é também filha de Iemanjá.
Contam que Obá, querendo captar o amor de Xangô. Colocou em seu prato de caruru a sua própria orelha.
Daí ela se apresentar com uma das orelhas escondidas entre panos e enfeites.
suas cores: amarelo e vermelho.
come: galinha, acarajé, abará.
Usa braceletes de metal.

iaô:

Sendo o candomblé é uma religião de iniciação, as que serão filhas-de-santo, passarão por uma série de provas: raspar a cabeça, ficar reclusa, aprender encargos e deveres para com a religião, a fim de receber os orixás. As “iaôs”, após um período de mais ou menos sete anos, depois de “feitas” preparadas para os seus encargos) passarão a uma outra classificação: “Ebomim”. Se as Filhas-de-santo não forem tomadas pelos orixás, servindo de instrumento entre os orixás e os homens serão apenas “Équedi”. Não dançarão nos terreiros. Serão apenas auxiliares das filhas que recebem os seus orixás.

Iansã:

É a divindade dos ventos e das tempestades.
É a terceira esposa de Xangô. Guerreira valente.
Ora se apresenta como velha, ora como jovem.
suas cores são: O vermelho e o branco.
sua festa: é no dia 4 de dezembro.
seu dia: sexta-feira.
corresponde a: Santa Bárbara.

Oçaim:

É a “dona das folhas”. É o próprio mato.
bebe: mel e cachaça.
come: bode, frango e milho branco.
seu dia: terça-feira.
roupas: de chita.
suas cores: rosa e verde.

Ogun:

Deus da guerra, da luta.
seu símbolo: Uma espada de ferro.
suas cores: azul-escuro e o branco.
come: bode e galo.
seu dia: terça-feira.
corresponde a: Santo Antônio, católico, na Bahia.

Omolu:

Também chamado Obaluaiê. É o mais temido dos orixás.
comanda: a saúde e as doenças.
come: milho branco e pipocas.
seu dia: é a segunda-feira.
suas cores são: vermelho e preto, ou preto e branco.
corresponde: a São Bento ou São Roque

Oxadiã:

Confunde-se c/o Deus-Menino
na Bahia.
É alegre, jovem, ágil.
Se apresenta com uma espécie
de pilão prateado na mão.
Também chamado de Oxanguiã.

Oxalufá:

É também chamado de Oxolufá, ou carinhosamente de papai.
É o Oxalá velho que se apresenta apoiado num bastão paxoró (que é uma espécie de cajado de pastor), símbolo da sua supremacia e autoridade.

Oxalufam:

O Oxalá velho. O Oxalá moço é Oxanguiã.
É o pai de todos os orixás.
O mais importante de todos.
veste-se: de branco.
seu dia da semana: sexta-feira.
corresponde: Nosso Senhor do Bonfim.

Oxossi:

Rei de Ketu. Deus da caça, das florestas.
seu símbolo: o arco e fecha.
vestes: chapéu de couro e um rabo de boi na mão.
suas cores: o verde e o amarelo.
seu dia votivo: quinta- feira.
corresponde: São Jorge, na Bahia.

Oxum:

Deusa das águas doces.
Esta orixá é filha de Iemanjá com seu irmão Xangô. Nos candomblés, quando se apresenta com um leque de latão (abebê) em cujo centro há um espelho, é chamada de: Oxum-Abaló.
dia da semana: festejada aos sábados.
gosta de comer: feijão, tainha, cabra e galinha.
sua cor: amarela.
Usa metais também amarelos.

Oxumaré:

O arco-íris. Sua função é transportar água do mar e dos rios para o palácio Xangô. Quem assobiar perto deste orixá pode ser punido, mudando de sexo.
cores: branco e amarelo.
seu símbolo: uma cobra de ferro.
seu dia da semana: terça-feira.
corresponde: São Bartolomeu.

Xangô:

É o deus das trovoadas, raios, chuvas e tempestades.
sua “festa” é no dia: 30 de setembro.
seu dia da semana: Quarta-feira.
cores: O vermelho e o branco.
seu símbolo: O machado
foi marido de três mulheres:
Obá, Oxum, Iansã.
comidas preferidas: O cágado e o caruru.
corresponde: São Jerônimo ou São Pedro.

 

 

 

25th
AUG

Lenda do Santo Antonio Casamenteiro

Posted by admin under Folclore e outros

 Santo Antonio

Santo Antonio nasceu em Lisboa, Portugal, com o nome de Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo em 15 de agosto de 1195. Morreu dia 13 de junho de 1231. Frei Antônio tinha apenas 36 anos de idade.

O povo brasileiro, assim como o português, inclui nas virtudes do santo que se festeja a 13 de junho, a de milagroso casamenteiro.

Haverá quem diga que descobrir um noivo arisco é atribuição do advogado das causas perdidas. E Santo Antônio é, também, como se sabe o advogado das coisas inencontráveis.

Em Minas, corre de boca em boca uma lenda que, certamente, tem contribuído muito para que se alastre entre os montanheses a crença nos méritos de Santo Antônio de Lisboa, ou de Pádua, como providencial casamenteiro.

Conta-se que uma jovem muito linda, mas cansada de esperar por um noivo que não chegava, já desesperançosa de encontrar marido, se apegou com Santo Antônio. Foi ao santeiro da cidade, adquiriu uma imagem daquele pio varão que no século chamou-se Fernando de Bulhão, fê-la benzer, colocou-a

no oratório e ali lhe levava, todos os dias, o seu fervoroso responso, as flores que colhia no jardim e o vintenzinho de promessa.

Mas, passaram-se semanas, meses, anos… e nada.

O noivo não aparecia, nem se falava na redondeza que algum mancebo ou mesmo, à falta de outro, algum velhote ricaço se tivesse por ela inclinado. Certa vez, depois de consultar o espelho e ter descoberto prenúncios de pés de galinha, se pôs a lamentar da ingratidão do santo, chegando mesmo a ser repreendida pela progenitora. E, desapontada pelo poder miraculoso do taumaturgo, toma a imagem e, no auge do desespero, atira-a pela janela a fora.

Passava na rua, naquele momento, um jovem cavaleiro que a recebe, em cheio, sobre a cabeça. Apanha-a, intacta e sobe a escada do sobrado, de uma de cujas janelas partira a imagem. Vem recebê-lo, por notável coincidência, a formosa e geniosa donzela. Apaixona-se por ela o cavaleiro e, tempos após, acabam casando, naturalmente por milagre do santo.

Depois dessa estória, o santeiro da cidade não mais teve mãos a medir…

Fonte:(Lindolfo Gomes.Contos populares.1918,) Extraído do site JANGADABRASIL.com.br

22nd
AUG

Saci-Pererê, personagem do Folclore Brasileiro

Posted by admin under Folclore e outros

 

 Saci

 

O Saci, personagem do folclore brasilero é apresentado até como filho do Curupira, numa fantástica concepção que, de alguma forma, pode até adquirir certa coerência se tomarmos as variantes em que o Curupira e o Caipora são seres distintos, sendo o segundo, numa delas, uma mulher unípede que anda aos saltos.

Pequeno ser, negrinho, perneta, sempre pulando numa perna só, capuz vermelho vivo enterrado na cabeça, fumando caximbo,  às vezes fazendo o bem e, muitas outras, o mal. Nas casas, passa a infernizando os afazeres domésticos, queimando a comida, apagando o fogo no meio de uma fervura, escondendo coisas, batendo portas e entornando líquidos.

No campo, abre porteiras, espanta a criação e o gado, dispara cavalos, nos quais traça crinas e caudas em emaranhados difíceis de destrançar.
Personagem, visível ou invisível, sempre soltando irritantes assovios e pulando, e é mais conhecido no sul.
Ele se faz anunciar por um assobio estridente e adora fumar, aliás essa é uma forte característica do Saci, visto que é difícil imaginá-lo sem seu cachimbo.

O Saci também é daqueles fumantes que nunca trazem consigo fósforos ou isqueiros e, por isso, sempre aterroriza os viajantes pedindo-lhes fogo.


19th
AUG

Folclore Brasileiro

Posted by admin under Folclore e outros, Outros

 

 

 Boitatá

Boitatá: É uma grande bola de fogo ou cobra de fogo que vigia e protege os campos contra as pessoas que o incendeiam.

Caipora Caipora

Caipora: Representada por um índio, nu, ágil, fumando um cachimbo e gosta de tomar uma cachaça. Reina sobre os animais e expulsa os caçadores que entram na mata. Aparentado do Curupira, ele vive montado em um bicho parecido com o porco do mato.

 cuca

Cuca: Ser mitológico do folclore brasileiro. A lenda fala que é uma velha em forma de jacará e que rapta crianças que não obedecem seus pais.

curupira

Curupira: É uma entidade das matas, tipo anão de cabelos vermelhos e longos, tem os pés virados para trás e usa o problema nos pés para fazer maldades, como fazer que esta na mata segui-las sem chegar a nenhum lugar.

mula sem cabeça

Mula sem cabeça: Mulher se transformava, toda noite de quinta para sexta feira em mula sem cabeça se perdesse a virgindade antes do casamento, isso era um castigo. Outra era mulher que namorasse o padre também virava mula sem cabeça e saía a noite relinchando soltando fogo pelas ventas.

 Negrinho do pastoreio

Negrinho do pastoreio: Lenda agro-cristã. É tido como protetor das pessoas que perderam alguma coisa e sua imagem é de um menino negro montado em um cavalo. Para você achar alguma coisa perdida é só pedir a ele e em troca, se achar, dar três pulinhos em agradecimento.

 Saci

Saci: Saci pererê é um personagem muito conhecido da mitologia brasileira, sua origem foi entre os indígenas no sul do país.

Iara

Iara: Mãe da águas e é uma sereia, vive cantando e banhando-se nos rios.

chupa cabra

Chupa cabra: Um animal desconhecido e que mata animais. O nome originou-se pela descoberta de muitas cabras mortas e todas tinham perfurações no pescoço para sugar seu sangue.