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10th
JUL

Fotos da vitória régia com flôr

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Vitória régia

Vitória régia

Vitória régia

Vitória-régia (Victória amazônica) - planta aquática da família das Nymphaeaceae, típica da região amazônica. A folha chega até 2,5 metros de diâmetro que fica sobre a água, suporta bem o peso de aves e muitos bichos com peso de até 40 quilos. A flôr é branca e só abre a noite entre os meses de março a julho.

A vitória régia hoje é muito usada em paisagismo de lagos e espelhos de água nas cidades. É conhecida também como: irupé, uapé, aguapé-assú, aguapé, cará-d’água, rainha-dos-lagos e milho-d’água.

16th
JAN

Plantas carnívoras se alimentam de insetos fotos

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Plnata carnívora

 Foto da Dionaea muscipula, Drosera spatulata e Utricularia subulata

 

 

Planta carnívora

 

Planta carnívora

Foto de Pinguicula lusitânica

 

Nome científico: Dionaea muscipula
Nome comum: Vênus Caça Moscas

Plantas Carnívoras: As plantas apresentam diferentes tipos de armadilhas para capturar os animais (ascídias).

Os animais são capturados através de armadilhas activas (Dionea, Utricularia) ou passiva (Nepenthes, Drosera, Sarracenia) e depois digeridos com o auxílio de enzimas secretadas por glândulas especializadas.

Estas estruturas, que são folhas modificadas, permitem obter um suplemento de azoto necessário para a síntese de proteínas, já que as plantas carnívoras vivem, em geral, em solos pobres em azoto.

 

Existem mais de 500 espécies de plantas carnívoras, espalhadas pelo mundo todo (exceto a Antártida). Podem ser encontradas em regiões desde as quentes e úmidas florestas tropicais, até as tundras gélidas da Sibéria, ou os desertos esturricantes da Austrália.

Aqui no Brasil existem cerca de 80 espécies diferentes só perdendo em quantidade para Austrália. Elas crescem principalmente nas serras e chapadas, e podem ser encontradas em quase todos os estados, sendo mais abundantes em Goiás, Minas Gerais e Bahia.

 

6th
JAN

Espinheira Santa no tratamento de azia

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Espinheira Santa

A Espinheira Santa é muito utilizada para fazer chá e tomar para tratar  a Azia ou a esofagite de refluxo que é aquela queimação no estômago e volta na boca uma queimação.

Originária do Brasil, é um arbusto de grande porte, 2 a 3 metros de altura, cresce espontaneamente desde Minas Gerais  até ao Rio Grande do Sul, sendo também cultivada, apesar de seu lento crescimento. Conhecida popularmente como: maiteno, espinho-de-deus, salva-vidas, sombra-de-touro, erva-cancerosa e espinheira-divina.   Suas folhas são inteiriças e apresentam espinhos nas bordas, enquanto que as flores axilares apresentam coloração amarelo-esverdeada. A planta produz frutos pequenos e vermelhos.

As primeiras pesquisas científicas foram realizadas por volta de 1922, pelo Dr. Aluizio França, da Faculdade de Medicina do Paraná, porém, no começo do século, os índios já  a usavam  para tratamento de tumores, e  a planta já era conhecida  empiricamente (uso popular) por suas propriedades  curativas, principalmente nos males do sistema digestório, apesar de ser utilizada também para problemas  de afecções hepáticas,  renais e afecções de  pele de origem intestinal.

Na Universidade Estadual de Campinas (SP), farmacologistas analisaram a planta em ratos com úlcera e, segundo os pesquisadores, “nos que tomaram o seu extrato, o tamanho da lesão diminuiu muito rapidamente e, em comparação com os remédios convencionais, espinheira-santa provoca menos efeitos nocivos”.

A UFMG vem pesquisando também a ação antiulcerogênica das folhas de espinheira-santa.

Parte utilizada:- folhas, que devem ser secas à sombra e guardadas em sacos de papel.

Indicações:- prevenção e tratamento de gastrite, úlcera gástrica e duodenal, esofagite de refluxo, hérnia de hiato, distensão abdominal (fermentações), má digestão e acidez. É usado como antiinflamatório e protetor da mucosa gástrica.

Contra-indicações:- não deve ser usada por mulheres que estejam amamentando, pois, pode diminuir a secreção de leite; não deve ser utilizado nos três primeiros meses de gestação, pois não foram feitos testes nesse sentido.

Formas de preparação:- chá, por infusão, com uma colher de chá da erva, para cada xícara de água.  Os resultados são melhores quando usamos o chá morno, pela manhã, em jejum, e a noite ao deitar.

Observações:-

infuso é a forma de preparo, onde se  coloca a  água  fervente sobre as folhas.

quanto menor for a partícula da folha, melhor será o resultado.

são vendidas várias plantas parecidas com a espinheira-santa, pertencentes ao mesmo gênero, mas não à mesma espécie.

o chá resultante da planta verdadeira tem primeiro uma tonalidade amarelada e depois acastanhada, nunca ficando verde.

Pesquisas têm demonstrado que o chá de Espinheira-Santa pode apresentar resultados tão eficientes quanto os dois principais líderes do mercado de drogas anti-úlcera. A indicação popular do chá feito das folhas da Espinheira Santa foi comprovada cientificamente por vários pesquisadores (Carlini & Bráz, 1988; Faleiros et al., 1992; Ferreira et al., 1996; e Carvalho et al., 1997).

Zenaide Barcala Pires - www.lyndha.com

O correto que neste caso ou qualquer outro sempre procurar um médico para que faça um diagnóstico correto do que esta acontecendo e o porque da queimação no estômago.