Ações da Petrobras nos últimos 7 anos – a queda no preço.

A maior empresa do Brasil está passando pela maior crise de todos os tempos e está afundando conforme aparecem mais denúncias de rombo que os administradores da Petrobras vinham praticando a muitos anos sem que ninguém pudesse descobrir, ou seja, sempre os cargos principais eram cartas marcadas pelos governantes para que entrassem no esquema, desta maneira, todos estavam comprometidos, ganhando dinheiro que nem água e ninguém abria o bico.

O estouro começou aparecer meio que sem querer, depois que a Polícia Federal fez uma operação em postos de combustíveis e acabou se deparando com papéis comprometedores em um posto de Curitiba, um lava jato, que acabou dando origem a nova operação da PF, Operação Lava Jato.

Os investidores estão com um pé atrás e retirando suas aplicações da empresa que até então, eram confiáveis e um orgulho brasileiro, um orgulho que está ruindo, com um futuro incerto, caso não sejam tomados as medidas corretas, punindo severamente todos que de uma forma ou de outra, tiraram proveito com propinas astronômicas nas contratações de obras, compras de materiais e outros, segundo as investigações, podem passar dos 10 bilhões de reais e só no início das investigações, com as delações premiadas, já recuperaram mais de 350 milhões de reais.

O primeiro gráfico é das ações da Petrobras referente os últimos 7 anos, que chegou a bater em R$ 60,00 e hoje chegou a menos de R$ 9,00.

Gráfico dos últimos meses das ações da Petrobras, de setembro até dezembro de 2014:

Lista das pessoas que foram denunciadas e já são réus para responder sobre o rombo da Petrobras:

Alberto Youssef, doleiro, acusado de chefiar o esquema de corrupção
Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras
Waldomiro de Oliveira, dono da MO Consultoria
Carlos Alberto Pereira da Costa, representante formal da GFD Investimentos, pertencente a Alberto Youssef
Enivaldo Quadrado, ex-dono da corretora Bônus Banval, que atuava na área financeira da GFD
Gerson de Mello Almada, vice-presidenteda empreiteira Engevix
Carlos Eduardo Strauch Albero, diretor da Engevix
Newton Prado Júnior, diretor da Engevix
Luiz Roberto Pereira, ex-diretor da Engevix
João Alberto Lazzari, representante da OAS
Agenor Franklin Magalhães Medeiros, diretor-presidente da área internacional da OAS
Fernando Augusto Stremel Andrade, funcionário da OAS
José Adelmário Pinheiro Filho, presidente da OAS
José Ricardo Nogueira Breghirolli, apontado como contato de Youssef com a OAS
Mateus Coutinho de Sá Oliveira, funcionário da OAS.
Dário de Queiroz Galvão Filho, executivo da Galvão Engenharia
Eduardo Queiroz Galvão, executivo da Galvão Engenharia
Jean Alberto Luscher Castro, diretor presidente da Galvão Engenharia
Erton Medeiros Fonseca, diretor de negócios da Galvão Engenharia.

 

Lista dos que ainda poderão ser denunciados e entrarem na lista acima:

Adarico Negromonte Filho, irmão do ex-ministro das Cidades Mário Negromonte (PP-BA), apontado como emissário de Youssef
Alberto Elísio Vilaça Gomes, executivo da Mendes Júnior
Angelo Alves Mendes, vice-presidente da Mendes Júnior
Antonio Carlos Fioravante Brasil Pieruccini, advogado que teria recebido propina de Alberto Youssef
Dalton Santos Avancini, presidente da Camargo Corrêa
Eduardo Hermelino Leite, vice-presidente da Camargo Corrêa
Fernando Soares, lobista
Jayme Alves de Oliveira Filho, suspeito de envolvimento com Youssef na prática de lavagem de dinheiro
João de Teive e Argollo, diretor de Novos Negócios na UTC
João Procópio de Almeida Prado, apontado como operador das contas de Youssef no exterior
João Ricardo Auler, presidente do Conselho de Administração da Camargo Corrêa
José Humberto Cruvinel Resende, funcionário da Mendes Júnior
Júlio Camargo, executivo da Toyo Setal
Mário Andrade Bonilho, sócio e administrador da empresa Sanko-Sider
Mário Lúcio de Oliveira, diretor de uma agência de viagens que atuava na empresa GFD, segundo delação de Alberto Youssef
Nestor Cerveró, ex-diretor da área Internacional da Petrobras
Ricardo Ribeiro Pessoa, presidente da construtora UTC, chefe do “clube” de empreiteiras que atuava na Petrobras
Rogério Cunha de Oliveira, diretor da área de óleo e gás da Mendes Júnior
Sandra Raphael Guimarães, funcionária da UTC
Sérgio Cunha Mendes, diretor vice-presidente executivo da Mendes Júnior

Por: F.S.Em: 15 de dezembro de 2014 | Em Economia  |
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