Homens já podem engravidar, graças a ciência

A maternidade é um desejo de grande parte das mulheres, mas, infelizmente, nem todas podem gerar uma criança. Há diversos problemas que podem causar esse infortúnio: problemas de saúde, má formação do útero, síndrome de MRKH, entre outros.

Para essas mulheres, hoje em dia, há a esperança de uma nova solução para a maternidade: o transplante de útero.

Quer saber um pouco mais sobre o transplante e como os estudos nessa área tornaram possível homens engravidar? Então continue lendo essa matéria.


A síndrome de Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser (MRKH)

Parece absurdo, mas uma  em cada 5.000 mulheres nascem sem o útero e a vagina.  Segundo o site Diario de Biologia, essa síndrome:

“se manifesta com a mal formação do sistema reprodutivo feminino, resultando em uma agenesia da abertura genital (ausência de abertura genital). Nesta condição ocorre ausência ou subdesenvolvimento do útero e canal vaginal incompleto e raso (com no máximo 3,5 cm de profundidade). No entanto os ovários existem e, normalmente, funcionam.”

Mulheres com essa condição possuem a aparência externa dos órgãos genitais normais, porém, a cavidade genital é pouco desenvolvida.

Sem intervenção cirúrgica, essas mulheres não conseguem manter uma vida sexual e muito menos gerar uma criança.

Sintomas da doença:

  • Dor abdominal recorrente;
  • Ausência de menstruação;
  • Dor ou dificuldade para manter relações sexuais;
  • Dificuldade para engravidar;
  • Incontinência e infecções urinária;
  • Problemas na coluna.

O transplante de útero

A cirurgia funcionará da seguinte forma: o útero, retirado de uma doadora saudável ou de uma mulher doadora de órgãos, será implantado na receptora, mas sem ligação com os ovários.

Os estudos estão em andamento, mas as mulheres selecionadas estão cientes dos riscos, que não são poucos. A gestação, após o transplante, seria muito arriscada ; especialmente devido à medicação necessária contra a rejeição do útero, aos quais o feto também estaria sujeito.

O médico responsável pelo estudo acredita que as drogas antirrejeição não afetarão de forma preocupante as mulheres que receberão os úteros transplantados. Embora as drogas não afetem diretamente a gestação, nesses casos há um maior risco de pré-eclâmpsia e de o bebê nascer menor do que a média.

Apesar dos riscos, as mulheres já estão se candidatando para receber o transplante e ter a possibilidade de se tornarem mães. Uma delas, uma jovem de 26 anos, mãe de duas crianças adotadas, diz que ainda querer a chance de engravidar e dar a luz.


Homens podem engravidar, então?

Devido aos estudos sobre o transplante, uma questão veio à tona: seria possível um homem engravidar através do mesmo procedimento? E, por mais surpreendente que isso pareça, a resposta é sim, seria possível.

Seria uma cirurgia mais arriscada e complicada, sem sombra de dúvidas, indicada para mulheres transgêneras (aquelas que nascem com em um corpo masculino). Para isso, além do transplante, seria necessária a criação de um canal vaginal e remodelar toda a pélvis.

A mulher transgênera também precisaria tomar  uma série de hormônios para  o corpo suportar as mudanças da gestação.

A Dr.ª Flyckt, ginecologista-obstetra e especialista em endocrinologia reprodutiva, antecipou : “Eu imaginei que haveria interesse nessa aplicação (…) pela comunidade transexual. Todavia, pelo menos na presente situação, nosso protocolo é limitado apenas a mulheres sem úteros funcionais.”

Por: A.S.Em: 21 de outubro de 2016 | Em Saúde  |
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55 respostas para “Homens já podem engravidar, graças a ciência”

  1. a raça humana esta ficando podre mesmo, ja nao basta sair na rua com seu filho de 8 anos e ver dois macho se pegando e nao poder fazer nada se naum ainda pode ser processado. coisa nogenta… agora mais essa homem gravido=(buchudo fila da puta)kkkkkk nem vou fazer mais filhos nao quero que eles vivam nesse lixo de sociedade de gays e sapatao e homem buchudo..

  2. Hj em dia com o avanço da medicina e da tecnologia tudo é possível, até msm um implante da vagina no homem. Acredito sim que futuramente teremos nossos parceiros gerando nossos filhos porque não?

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